Mundo animal

Responda rápido: Será possível ter inveja de um gatinho?

Eu já...

- Eu já fiz uma festa de aniversário e nenhum amigo apareceu -

Coisa mais desagradável não existe, mas eu já experimentei a situação.

Meio a contragosto, minha mãe resolve comprar bolo, cachorro quente e refrigerante e chamar uns amigos meus pra comemorar mais um ano do seu filhinho tolete (não havia cerveja, pois na época era boy). E aí eu saio ligando pra uma lista imensa de uns 5 amigos (rá!) e uma amiga também (não vem ao caso o grau de gostosura dela).

Aí você fica lá, esperando sua imensa galera chegar e nada! De repente, o primeiro liga dizendo que aconteceu um imprevisto e não vai dar pra aparecer. Ok, tudo bem. Aí liga o outro, dizendo que não vem porque vinha de carona com o primeiro, que teve um imprevisto e não vem. E mais um, desta vez dizendo que tem que estudar pra uma prova. O último da lista imensa nem liga nem aparece. E a menina (que não vem ao caso o grau de gostosura dela) quando descobre que não vai ninguém, desiste (por certo com vergonha de ficar sozinha com o tolete).

Tudo bem. Sabe, eu tentei dar um "ar de normalidade" na situação, mas fiquei altamente frustrado e envergonhado. Pior foi contar no outro dia que a minha festa não teve ninguém. E eu lembro, passei 3 dias comendo o bolo e o cachorro quente mais sem graça da minha vida.

A revolta do tolete

Tolete revoltado! Pufff


O jovem Werther

"Quantas vezes tenho de ninar meu sangue revolto até acalmá-lo. Tu sabes que não existe no mundo nada tão instável, tão inquieto quanto o meu coração (...) É por isso que trato meu coraçãozinho como uma criança doente, satisfazendo-lhe todas as vontades".

Estas frases foram escritas no ano de 1774 pelo escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, no livro "Os sofrimentos do jovem Werther". Sabe, esse menino chamado Werther, o protagonista do livro, é com toda certeza, um dos maiores HTs da literatura universal.

Werther, o póbi coitado, não consegue se desvencilhar de um amor impossível por sua amada Charlotte, que é casada com Albert, um sujeito bem sucedido, honesto e honrado, que consegue fazer sua mulé feliz. Esta constatação é feita pelo próprio rapaz apaixonado, que inclusive se vê como um desgraçado, já que não consegue "nem chegar aos pés" do marido da sua amada. Angústia e desespero.

No livro, escrito em forma de cartas redigidas pelo póbi Werther a um amigo, contando seu sofrimento, o máximo que o rapaz consegue é um beijo da sua amada, mas logo depois ela o repudia de forma veemente! No final, a única saída para ele é o suicídio.

Dizem que na Europa, na época da publicação do livro, houve uma onda de suicídio entre jovens apaixonados (aká HTs) depois de lerem o livro. Falam até de alguns países que proibiram sua distribuição!

E aí, seu tolete? Ficou afim de ler o livro?

Na ilustração acima, o momento em que Werther parte dessa pra uma melhor.

Nunca na história de um HT (parte 22)

Mais uma vez, a invejinha!

Minha mãe já dizia: "meu filho, você pode ser até feio, mas estude e ganhe bastante dinheiro que não lhe faltará um amor na sua vida".

Mentira, ela nunca me disse isso, até porque assim "feio horroroso" eu nunca fui. Só meio sem graça. E o dinheiro ainda não apareceu, a ponto de eu virar de uma hora pra outra altamente atraente e irresistível.

Mundo animal

Responda rápido: Será possível ter inveja de um golfinho?

Ah, essas mulheres...

Um amigo meu me disse certa vez que adora mulher extrovertida, que não tem frescura nem muito pudor, e que fala abertamente sobre tudo (leia-se sobre 'sexo'). Eu também gosto, porém gosto de todas elas, inclusive as recatadas (talvez porque as recatadas não sejam assim entre quatro paredes... mas aí é uma longa história que não cabe neste post!).

Eu já parei uma vez pra pensar, mas não consegui chegar a definição alguma sobre qual tipo de mulher gosto mais. Sequer cheguei à conclusão de qual tipo físico me chama mais a atenção, se morenas ou louras, altas ou baixas, e por aí vai.

Em resumo, acho que eu, como sou o maior HT que conheço, gosto sempre daquelas que me dão bola. Deve ser isso.

Pra ilustrar o post, fotos de mulheres despudoradas... Olha só que bacana:

- Você prefereria ser o pinguim da frente ou o de trás?

- "Amo muito tudo isso!"

- O Papa é pop e não poupa ninguém...

Nunca na história de um HT (parte 21)

As mulheres e o meu pescoço

Em termos de relacionamento com mulheres, muita cenas comuns a homens normais eu nunca protagonizei. Como por exemplo, uma fêmea nunca pulou no meu pescoço para me beijar languidamente. Não me lembro mesmo. Meu papo legal, meu corpo bacana e minha vibe positiva (sem falar no meu natural charme), tudo isso ainda não foi suficiente para me permitir participar de uma cena dessas. Rá!

Um amigo meu, por exemplo, já ficou com uma menina sem trocar uma palavra sequer. Apenas olhou, estudou seus movimentos, percebeu que ela tava afim, encostou na menina e, antes que ela pronunciasse qualquer palavra, a beijou e foi correspondido. Isto também nunca me aconteceu.

Tentar beijar assim, meio que de supetão, é coisa que nem me arrisco (apesar do meu papo legal, meu corpo bacana e minha vibe positiva. Rá de novo!). Fico imaginando se eu tentasse beijar uma moça sem trocar qualquer palavra... acho que correria o risco de ela voar no meu pescoço. Pra me estrangular.

Mulher intocável: Fernanda Paes Leme

Vamos deixar de frescura e ir direto ao assunto: a atriz global Fernanda Paes Leme faz parte da nova safra de mulheres que merecem a velha punheta.

As mulheres e o placebo

Quando alguma coisa fora do normal acontece a um HT, a sua reação costuma ser meio que imprevisível. Uma coisa porém, é fato: todo HT que se preze faz a mó cara de espanto. Também pudera. Acostumado a passar batido no universo feminino na maioria das vezes, causa-lhe certa surpresa reações de afeto e carinho imediato (até e principalmente de cunho sexual) por parte das mulheres.

Alguns se iludem e ficam achando que vai deixar de ser tolete (e de certa forma deixam por alguns momentos). Outros são mais realistas e sabem que essas coisas são tipo um placebo, que às vezes faz você se sentir melhor, mas no fundo não cura porra nenhuma.

De uma forma ou outra, o que não muda é a cara de otário que nós fazemos quando somos agraciados com atitudes inesperadas como esta da foto acima.

Nunca na história de um HT (parte 20)

Pequenas historinhas dos leitores do blog

Um leitor (que pediu pra não ser identificado) enviou um email dizendo que não era homem tolete. Disse que olhou estas fotos e se lembrou que já teve uma namorada que tinha um corpo igualzinho (sobretudo os peitos) ao da mulé da ducha... mas que acabou tudo porque tinha o defeito de gostar do Programa do Sílvio Santos e de programas como aquele "Qual é a música" (pedindo pra ele cantar junto). Além disso, falou que ela não era adepta a práticas com sua "porta traseira".

Bem, eu como representante maior da classe dos HTs, não sei por quanto tempo ele andou comendo a moça... mas se ela fosse isso tudo aí de cima, eu não me importaria em assistir programa de TV fuleira a seu lado. Se brincasse até dançaria aquela dança do "pintinho amarelinho" do Programa do Gugú, se ela pedisse.

Mais algumas constatações

Uma bela cena do cotidiano, como esta, tem tudo a ver comigo... por causa do videogame, claro! Puff!

Eu já...

- Eu já fiquei esperando uma mulher, plantado na porta de sua casa, e ela sequer saiu pra falar comigo -

O nome dela era Renata* e parecia que me dava a maior bola. E eu, pra variar, achava que era impressão minha. Até o dia que ela me chamou pra ir numa festinha de São João que a vizinhança organizou exatamente na rua dela. Aí comecei a achar que eu estava errado e valia a pena arriscar.

E logo me veio a tal indecisão, e fiquei me cagando de medo. Afinal, a festa era pequena e eu certamente não conheceria ninguém, exceto a Renata, que nem amiga era, mas sim uma menina bonita que eu conhecia há pouco tempo. Mas já que ela parecia gostar de mim, por que não tentar? Aí tentei superar minha extrema timidez e fui bater no endereço que ela havia me dado.

Entrei numa rua toda enfeitada de bandeirinhas juninas, morrendo de vergonha, pois a festa era tão pequena que mais parecia uma festa particular em família. Até que achei o número da casa dela. Lembro que fiquei alguns minutos literalmente com medo de empurrar o dedo na campainha e ouvir no interfone algo do tipo:

"Tolete? Que Tolete? Amigo da Renata? Ah, ela não conhece nenhum Tolete!"

Aí parei de frescura e toquei a campainha. E aí a voz disse mais ou menos assim:

"Tolete? Que Tolete? Amigo da Renata? Ah, ela tá dizendo que daqui a pouco ela sai"
(...)

- Quer continuar lendo essa historinha? Clica aqui.


* Nome real da cachorra.

Nunca na história de um HT (parte 19)

Da época da escola

Quando era adolescente e fazia o segundo grau em escola particular cheia de patricinhas, fazia parte da galera do fundão na sala de aula, quase não falava e, com as meninas, sempre me sentia um pouco "por fora". Me sentia assim porque, primeiro, nunca soube mesmo como tratá-las e, segundo, como sempre ia de ônibus pra escola (enquanto 99% ia de carro) me sentia meio "por baixo". Literalmente. Sentia que algumas alunas (especialmente as bonitas, louras e ricas) quando falavam comigo pareciam que estavam abrindo uma "concessão". Nunca fui chamado pra um aniversário de nenhuma menina da sala. E olhe que todo ano tinha as mesmas festas, pois nenhuma morreu até a formatura do 2º grau (haha).

Nunca soube direito o quão decisivo foi o fato de eu andar de coletivo pra não pegar nenhuma amiga da minha sala. E olhe que eram muitas e eu era afim de quase a metade (isto é uma característica de todo HT, que literalmente atira para todos os lados). Na verdade, não sabia o que era mais forte: a minha personalidade sem graça e apagada ou o fato de que tinha cara de liso que andava de "busão". Talvez a conjunção dos dois fatores. A receita certa pra você entrar pra categoria de "mané".

O certo é que o segundo grau acabou há um tempão e eu não cheguei nem perto de pegar uma patricinha da escola. Hoje, a grande maioria delas é casada e tem marido e filhos. Tem as que viraram verdadeiras barangas e também as já divorciadas. Hoje eu já estou no meu terceiro carro. Já parei de pegar ônibus há quase uma década. Só não muda minha personalidade sem graça e apagada.

Características comuns a todos os HTs (parte 7)

07) A incrível capacidade de chegar rapidinho ao fundo do poço

Tenha certeza de uma coisa... tratando-se de relacionamento com o sexo oposto, você pode esperar praticamente tudo de um Homem Tolete! Especialmente aquilo tudo que os homens normais não fazem. Como por exemplo, chegar ao fundo do poço e se agarrar com a primeira mulher horrorosa que aparecer pela frente. E o pior: muitas vezes sem nenhum constrangimento.

Nada melhor do que contar pequenas historinhas, só pra ilustrar:

- Conheço um HT que namorou com uma mulher tão linda que carinhosamente era chamada de Leviatã. Isso mesmo, aquele monstro da mitologia.

- Conheço outro que simplesmente transou com uma senhora de 70 anos. Contou sem constrangimentos, "tava muito seco", ele afirmou.

- Tem ainda outro que ficou trocando beijos com a camareira do hotel em que estava hospedado, que se chamava "Viuge" (era Maria das Virgens, mas ela mesmo dizia que era "Viuge").

- Eu por exemplo já fiquei com uma menina que tinha um buço tão grandinho que logo logo meus amigos começaram a sacanear e chamá-la de "Bigode".

Nesta foto, um típico exemplo de quem chegou ao fundo do poço.

Comprar felicidade

Eu acho que a frase mais besta que existe é aquela "felicidade não se compra". Ela precisa de uma correção, pois o certo seria "felicidade eterna não se compra".

Além do conceito de "felicidade" variar muito de pessoa pra pessoa, ainda tem a questão de quanto tempo durará sua felicidade. Afinal, fazer o que gosta e sempre teve vontade, mesmo que de forma passageira, você não está sendo feliz naquele momento?

A imagem acima é apenas uma sugestão de como adquirir felicidade instantânea, tá?

Nunca na história de um HT (parte 18)

Sobre meninas e véios tarados

Às vezes eu acho que ser um tolete não tem idade. Já vi cinquentão embriagado dando em cima de uma amiga minha de 20 e poucos anos em uma boate. Já presenciei cenas ridículas de carnaval, de homens barrigudos dando em cima de garotas com idade pra serem suas filhas, se agarrando naquele fio de esperança de que alguma menina olhasse para ele e pensasse "vou dar pra esse cara".

Sempre tenho a impressão que toletes assim perderam tantas coisas na vida que agora perderam até a noção do que é ridículo. Porque lugar de gente jovem sempre será de gente jovem. E nestes lugares, se você não é mais jovem e sarado, a probabilidade de pagar um mico e fazer papel de otário é muito maior que a de se "misturar" e se dar bem.

E olha que eu sou tolete desde pequeno! Apesar da minha eterna falta de habilidade de lidar com o sexo oposto, mesmo assim quando vejo alguma cena ridícula como as que descrevi acima, tenho vontade de dizer "porra véio, se quer menina novinha, vai pagar uma putinha". Seria, no mínimo, menos constrangedor.

Então eu já decidi: se me cai uma praga e eu fico cinquentão e totalmente na mão, se precisar prefiro pagar minha putinha a disputar meninas com gente jovem e sarada (até porque quando tinha uma idade compatível com as meninas, já me dava mal, sempre me fodia no final. Não seria depois de envelhecido que algo mudaria, né?)

Embriagados

Grandes toletes da humanidade (parte 03)

"As mulheres simplesmente não gostam de mim. Existem 30 milhões de mulheres desejáveis nos EUA (minha estimativa) e eu não consigo encontrar uma". Foi isso que um homem chamado George Sodini, um dos maiores homens tolete que já tive notícia, escreveu no seu blog antes de entrar numa academia de ginástica nos USA, matar 3 mulheres e depois se suicidar.

Tolete psicopata é uma merda. Leia a notícia completa aqui.

O cofrinho mais bacana de todos os tempos

Eu nunca fui fã de cofrinhos. Aquele "tracinho" saindo da calça não me causa nenhuma emoção (ao contrário de um peitinho quase saindo do sutiã ou da blusa). Porque simplesmente os cofrinhos aparentemente são todos iguais e não dá pra ter uma ideia de como é a bunda toda.

Exceto se o cofrinho for como esse aí de baixo. Aí não se pode nem mais chamar de cofrinho... seja lá que nome se dê, presenciar isto me causaria uma forte emoção!

Mais invejinha

Esta sim é uma cena de causar inveja em qualquer HT. Que eu me lembre, nunca cheguei em casa, depois de uma balada, com a mão fedendo a bacalhau.

Características comuns a todos os HTs (parte 6)

06) todo HT é sacaneado pelos amigos

Eu diria que 90% dos HTs são sacaneados pelos amigos. Sim, um tolete é sempre visto como uma espécie de aberração do gênero masculino, aquele sujeito inútil que não sabe se comportar perto de umas fêmeas. Por isso, em geral, os homens normais, especialmente os amigos não-toletes, costumam tirar sarro do pobre homem sofredor. Logo logo as mancadas do HT, que sempre são muitas, viram motivo de piada e são exaustivamente lembradas em cada roda de conversa masculina.

Eu por exemplo. Já fui alvo de muitas piadas e ainda sou. Tipo um amigo que "entregou" para uma menina que eu era afim dela só pra ver minha cara de pamonha, gago, sem resposta. Logicamente, isso não rendeu nada, apenas a menina sorriu, perguntou se era verdade e pronto! Pediu pra cagar e saiu de perto de mim.

Agora você pode perguntar: e os outros 10%? Ora, os outros 10% são tão toletes que nem amigos têm! São aqueles casos patológicos de sujeitos que mal saem de casa. Ainda bem que não faço parte desta parcela (isto dá pra fazer outro post no futuro). Apesar dos pesares, sou um HT normal que não tem problemas de relacionamento com ninguém. Quer dizer, somente com algumas mulheres...

Nunca na história de um HT (parte 17)

Momento de reflexão

Do jeito que as coisas andam ruins para o meu lado, nem que eu estivesse morrendo afogado conseguiria ser protagonista de uma cena assim na praia...

Perguntar não ofende

Perguntar não ofende: qual será a probabilidade do rapaz varrendo a praia comer esta garota de biquini? Deve ser a mesma de eu comer a Luana Piovani...